Oi, gente!

Tudo bem com vocês? Demorei mas estou aqui! \o/ Muitas coisas aconteceram desde que eu postei aqui pela última vez e se vocês me acompanham no meu
Instagram e também no
Depois dos Quinze, com certeza já estão por dentro de tudo.
Na última terça, dia 22, eu completei 25 anos e foi um dia muito gostoso. <3 Eu iria jantar fora mas no final tava tão frio que acabei ficando em casa mesmo - apenas avisei família e amigos que, bem, se quisessem passar aqui, eu estaria por aqui. Hahaha! E não é que no final eles vieram? Meu pai, meu irmão, minha irmã, sobrinho e cunhado, avó, madrinha, o Gui, Karina, Amanda e, é claro, minha mãe, passaram aqui para ficar um pouco comigo e no final teve até salgadinho e bolo. Foi muito bom!
Muito doido olhar para cada tópico ali e pensar que muito daquilo não se concretizou. Tipo a minha vontade de acampar que ainda não rolou (e eu tinha colocado lá "com o namorado" e hoje nem namorado tenho). Os filmes clássicos que eu queria ver e no final assisti só três - quando rolou tempo livre assisti The Oc, The Handmaids Tale e Dear White People. De resto, não deu tempo também. Coloquei lá que queria aprender a cozinhar três novos pratos - e ainda quero, mas nem cheguei perto do forno.
Também coloquei que queria ler três obras clássicas e li diversos chicklits e livros aleatórios que comprei de lá para cá. Clássicas, mesmo, ainda não. Porém ainda irei! Falei que iria customizar algumas peças - e só fiz isso numa jaqueta e para ser sincera, ficou bem feia. Hahaha.
E são várias outras coisas: cuidar de uma planta, organizar o armário de um jeito funcional, comprar um apartamento (sonhei alto, hein?), comer menos carne... Mas embora esteja parecendo até então, não quero falar só do que eu não cumpri: primeiro que eu tenho uma vida inteira para fazer essas coisas e, segundo, que a vida foi muito mais amável comigo.
Os últimos meses foram uma montanha russa de emoções. Tive muitos (e muitos mesmo!) momentos em que eu fiquei totalmente perdida, sem saber se estava indo para o lugar certo e me sentindo completamente sozinha. Mas eu agradeço por isso. Eu acho que é necessário para eu me enxergar de uma forma cada vez mais honesta e aprender melhor como eu lido com cada situação, o que me incomoda de fato no fato de ficar sozinha, como eu posso aprender a superar tudo que me deixar triste ou que me dá medo.
Na hora em que a bad vem, é claro, não dá para levantar as mãos aos céus e agradecer por ela. Mas depois que passa eu agradeço, sim, porque tenho consciência de que não é a toa. Eu preciso aprender a passar por tudo o que acontece e faz parte do meu crescimento. Tô crescendo, tô evoluindo e isso é ótimo. Ainda bem. Parar tudo e entrar numa gaveta qualquer enquanto reclamo das minhas dificuldades pode ser mais fácil mas definitivamente não é para mim.
Essa é a parte difícil,
porém necessária.Junto com ela, quase colada - quase meio a meio, veio uma outra parte, enorme maravilhosa e mágica: foi ainda com 24 anos que eu fiz um curso que fala muito a respeito de deixar o ego de lado e que me trouxe uma tranquilidade sem tamanho. Foi aos 24 anos que entendi que eu não sou a pessoa que gosta de tudo, de todos os ritmos e todos os lugares: tem lugares e pessoas que não tem a ver comigo mesmo e tudo bem eu passar um final de semana em casa à ir para a balada só porque tá todo mundo indo. Foi com 24 anos que finalmente passei por cima dos meus receios e dei a entrada na minha carta de habilitação. Foi com 24 anos que eu sai atrás de todas as confortáveis sombras que eu mesma criei - e que cobriam tudo que eu achava que era de verdade, e me olhei de frente pro espelho vendo cada qualidade e cada defeito.
Foi, sobretudo, com 24 anos que recebi o convite da Bruna para ir para os Estados Unidos passar um mês com ela e, entrei no avião com a minha própria companhia, visitei a Califórnia, fui para a Disney, para a Universal e o Parque do Harry Potter, os estúdios da Sony, assisti a gravação do The Voice USA, assisti o pôr do sol em Malibu, dei muitos pulinhos na Calçada da Fama, me virei sozinha por dois finais de semana em Santa Monica, fiz novos amigos e molhei meu pezinho no Oceano Pacífico enquanto pensava que, afinal de contas, eu me orgulho e muito dos caminhos que eu escolhi para a minha vida. Que tá tudo bem do jeito que tá.
E voltei de lá querendo muito mais do que compartilhar tudo isso que eu vivi. Acho até egoísmo meu ficar postando mil e uma fotos legais de cada momento: eu quero mais, quero que as pessoas que me seguem vivam isso também, quero que quem me leia seja beneficiado de alguma forma, quero incentivar sonhos e ajudar a concretizá-los. Parei de olhar para meu próprio umbigo porque a gente tá aqui pela gente, sim, mas também podemos estar por todos, pelo mundo, universo e o que for. Somos grandes e nem sabemos. Ok, tenho 1,53 de altura - mas isso não tem nada a ver. Sou enorme, sim, e foi isso que me dei conta nesse último ano de vida. Os 24 me mostraram que eu posso fazer mais. Eu posso ser mais.
Eu jamais imaginaria que não iria conseguir completar uma simples lista de dez filmes para ver antes dos 25. Mas eu também jamais imaginaria que antes dos 25 faria tudo isso que citei no último parágrafo - e eu fiz. Talvez eu faça novas listas antes dos 26 - e talvez eu cumpra tudo ou apenas ignore e o destino coloque outros itens na minha estrada. Não sei. Mas depois de tudo, afinal, a gente já sabe que não é isso o que realmente importa, não é mesmo?
Source: http://www.vitaminatrendy.com/2018/05/precisamos-conversar-sobre-minha-lista.html

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